quarta-feira, 7 de março de 2007

humano, demasiado humano

Menos poético soaria a contradição de nossas palavras se não fizéssemos disso apenas uma arma pra nossa intolerância... como o molde do jargão, a veracidade da moral, a essência dos termos que empregamos como se fossem cunhados por um martelo. Tanger sobre a ausência da resposta. Pela eloquência dos rumores que nos cercam quando pesada nossa cabeça se faz ao travesseiro, não por uma consciência pesada moldada pela culpa, mas pelos planos mirabolantes de outrora, quando suas pernas não eram tão bambas ao dia nascer.

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