quarta-feira, 20 de junho de 2007
a extensão dos braços.
e ele te joga contra a parede, você esperneia mas não faz diferença.até se pergunta se suas costas estão coladas pra você não sair assim do lugar, mas não, você sabe que não estão.você sabe que sim, sabe que sim, sabe que o traz.pede assim, sorri pra mim.tente agora, o que sentiu explodir a dias atrás.encontre em nós, seja assim.me torne bem, me faça aqui.enquanto corre, enquanto busca.pensa forte e aperta os olhos pra que apareça a sua frente como mágica.aperte os olhos, não precisa esfregar, só olha bem a frente,porque pode ter certeza que vou te buscar.
segunda-feira, 18 de junho de 2007
pontos comuns de uma mesma mentira.
Escolha.
Liberdade.
Ainda me pergunto de onde tiraram o significado que atribuem a esses dois termos juntos.
sendo que a consonância só finge trazer uma resposta confortável aos moldes socias do comportamento superficial e plástico.
E pensar que estes significados são tão jovens como nós, com significados tão jovens e cegos que foram traçados, bem traçados, marcados pra nos conquistar com simples confortos atrás de uma cifra.
Liberdade é sinônimo de capacidade de compra, e "escolha" nunca fora opções sob um julgo a decidir, mas cartas marcadas de um senhor que manda obedecer, culpar e no consentimento consumir.
Termos nacidos em um sentindo histórico comum, mas forçados a andar juntos apenas porque afirmaram que o homem tudo pode quando o seu tudo($) pode.
Não deveriamos pensar liberdade ao fim de nossa gênese de existência? O cunho fundamental não estaria centrado no outro do que a um ponto único? Atemporal e egoísta?
Não deveriamos pensar escolha como um leque aberto da nossa capacidade comum de agir e optar e não simplesmente como uma cartilha controlada por ranços comuns?
Ah! Se agora eu soube-se que respiro por viver e não por ter algo a que ter em minhas mãos.
Ah! Se capaz fosse de enxergar com olhos distantes da própria ideia de liberdade.
Não estariamos chorando aos cantos sozinhos.
O ínicio seria o outro, o fim seria o outro, o tudo seria o nosso nada, pois haveriamos de construir toda referência pelas nossas próprias posturas, e pensar, um no outro como um só, comum, e não excludente a uma forma jurídica.
Enquanto isso, os dois termos apenas se orientam por um pano de fundo, e aqueles que abraçam o sentido vigente apenas conseguem dar a outra face a bater, nunca a revidar.
Liberdade.
Ainda me pergunto de onde tiraram o significado que atribuem a esses dois termos juntos.
sendo que a consonância só finge trazer uma resposta confortável aos moldes socias do comportamento superficial e plástico.
E pensar que estes significados são tão jovens como nós, com significados tão jovens e cegos que foram traçados, bem traçados, marcados pra nos conquistar com simples confortos atrás de uma cifra.
Liberdade é sinônimo de capacidade de compra, e "escolha" nunca fora opções sob um julgo a decidir, mas cartas marcadas de um senhor que manda obedecer, culpar e no consentimento consumir.
Termos nacidos em um sentindo histórico comum, mas forçados a andar juntos apenas porque afirmaram que o homem tudo pode quando o seu tudo($) pode.
Não deveriamos pensar liberdade ao fim de nossa gênese de existência? O cunho fundamental não estaria centrado no outro do que a um ponto único? Atemporal e egoísta?
Não deveriamos pensar escolha como um leque aberto da nossa capacidade comum de agir e optar e não simplesmente como uma cartilha controlada por ranços comuns?
Ah! Se agora eu soube-se que respiro por viver e não por ter algo a que ter em minhas mãos.
Ah! Se capaz fosse de enxergar com olhos distantes da própria ideia de liberdade.
Não estariamos chorando aos cantos sozinhos.
O ínicio seria o outro, o fim seria o outro, o tudo seria o nosso nada, pois haveriamos de construir toda referência pelas nossas próprias posturas, e pensar, um no outro como um só, comum, e não excludente a uma forma jurídica.
Enquanto isso, os dois termos apenas se orientam por um pano de fundo, e aqueles que abraçam o sentido vigente apenas conseguem dar a outra face a bater, nunca a revidar.
sábado, 16 de junho de 2007
implodir denovo.
a falta.
não é tão seguro se agarrar assim, só porque quis denovo sorrir pro espelho, e esperar que ele sorria de volta. é facil demais acreditar que ele sorri de volta porque vc simplismente quer, e nada de gosto há nisso.
reconstruir é simples, mas destruir é se por a prova.
é querer encerrar. é buscar desacreditar, se tornar descrente por algo, não por gosto, ou por anseio, mas por vontade, negar a própria idéia de certeza, e se lançar a um mar novo sem respostas e apenas com vontades a construir.
desvencilhar a culpa própria que sempre trouxe como pretesto de um frio no estômago e fuga.
não é tão seguro se agarrar assim, só porque quis denovo sorrir pro espelho, e esperar que ele sorria de volta. é facil demais acreditar que ele sorri de volta porque vc simplismente quer, e nada de gosto há nisso.
reconstruir é simples, mas destruir é se por a prova.
é querer encerrar. é buscar desacreditar, se tornar descrente por algo, não por gosto, ou por anseio, mas por vontade, negar a própria idéia de certeza, e se lançar a um mar novo sem respostas e apenas com vontades a construir.
desvencilhar a culpa própria que sempre trouxe como pretesto de um frio no estômago e fuga.
quinta-feira, 14 de junho de 2007
a velha porta.
de todos, o coração calado.
lembro como era frio aquela paz, como ela ficava gritando solitária e um sorriso a fazia delirar.
burburos e quereres, querer-te bem, querer-te aqui, tão longe como a extensão de meus braços.
talvez essa distância fosse a máxima que permite-se em ti enxergar o que ainda restas em ser, meu coração, minha voz.
hoje sorrio pronto, calado mas mesmo assim com a carta aberta dos dias ao chão.
te enxergo forte, com o peito aberto, e a dor de te querer em paz.
por mais que destoe glorioso o sentimento e tolas as virtudes, a falta ainda corrobora com a mediucridade da distância, com as cartas amargas de dias novos, e a fraqueza do querer.
somos jovens, somos o chão.
fazemos o tempo girar na palma das mãos como nosso único segundo de paz.
o momento se faz único, os dedos passam nas costas, em sentidos circulares ou num forte aperto de gostos.
envelhecer significa enxergar.
pelo menos de uma maneira diferente e recludente a tudo que já se permitiu acreditar e ver.
grito não por saudade, mas por saber que ainda aqui, guardo e guardarei um canto teu.
mesmo que atrasado, somos nós.
e somo o que devemos ser.
vivos.
a porta é a mesma, o que ela faz ainda é o mesmo,
mas quem a tocou, são poucos capazes de fazer com que ela abra, e permaneça por muito tempo aberta, sem querer fechar. não por ti.
fim.
lembro como era frio aquela paz, como ela ficava gritando solitária e um sorriso a fazia delirar.
burburos e quereres, querer-te bem, querer-te aqui, tão longe como a extensão de meus braços.
talvez essa distância fosse a máxima que permite-se em ti enxergar o que ainda restas em ser, meu coração, minha voz.
hoje sorrio pronto, calado mas mesmo assim com a carta aberta dos dias ao chão.
te enxergo forte, com o peito aberto, e a dor de te querer em paz.
por mais que destoe glorioso o sentimento e tolas as virtudes, a falta ainda corrobora com a mediucridade da distância, com as cartas amargas de dias novos, e a fraqueza do querer.
somos jovens, somos o chão.
fazemos o tempo girar na palma das mãos como nosso único segundo de paz.
o momento se faz único, os dedos passam nas costas, em sentidos circulares ou num forte aperto de gostos.
envelhecer significa enxergar.
pelo menos de uma maneira diferente e recludente a tudo que já se permitiu acreditar e ver.
grito não por saudade, mas por saber que ainda aqui, guardo e guardarei um canto teu.
mesmo que atrasado, somos nós.
e somo o que devemos ser.
vivos.
a porta é a mesma, o que ela faz ainda é o mesmo,
mas quem a tocou, são poucos capazes de fazer com que ela abra, e permaneça por muito tempo aberta, sem querer fechar. não por ti.
fim.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
meu dia!
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