A gente envelhece e acha que vai entendendo um pouco mais as coisas coisas que acontecem ao nosso redor. Quem dera! Mas não é frustrante esta descoberta. Ela somente enriquece a máxima de que não somos donos de nada, não somos onipotentes e que erramos, por mais que não queiramos, isso é natural, e simplesmente não é o fim do mundo. Simplesmente é nossa velhice jovem nos dizendo pra olhar de outra maneira, buscar outro passo ou "esquece, deixa isso pra lá e vá dormir um pouco"! Pode ser que as nossas interpretações sobre "conhecer melhor as coisas" nada mais é do que as categorias que construimos e abraçamos como verdades. Estes campos simbólicos nos oritentam sobre outras formas categóricas, valores, normas, etc, assim a medida que pulimos uma dessas pérolas falsas demasiadamente, acreditamos que elas desvencilham em verdade únicas, porém póstumas a uma compreensão sobre a realidade de tudo. Julgamos e somos julgados, apontamas mas o mais interessante é que nunca adimitimos que também estamos errados, que o apontamento do outro é tão válido como o nosso. Nossas categorias, são somente objetos de indentificação em um corpo social que busca a padronização. A linguagem assim, toma forma de reger esse ato, e toda significação contida a cada vírgula tem por objetivo final a execração da forma, metafísica e essencial de bom cidadão. As 4 causas aristotélicas nos dão tanto trabalho, e servem apenas pra nos dizer que sabemos rotular e garantir a discriminação.
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